O Schop e suas Máximas de Felicidade

schop_novoUltimamente eu ando tendo de ler muitas coisas (pra variar). Por isso, tenho de mesclar as leituras com algo para “relaxar”. Com esse objetivo, semana passada, iniciei a leitura de uma série de livros do Schopenhauer. O primeiro foi  A Arte de ser Feliz. Eu simplesmente amo quem escreve bem, e muito me encanta a maneira como Schop escreve e o recurso que ele usa (aforismos).

Deixo aqui as máximas que achei mais interessantes, algumas de forma parafraseada, de sua Eudemonologia, ou seja, de sua doutrina da felicidade humana.

  • Fazer o que se pode e suportar o que se deve.
  • A coisa mais útil é ficar quieto. Falando o mínimo possível. “Ninguém conservará para si o que ouviu; ninguém revelará apenas o que ouviu”.
  • É importante manter a justa medida em nossa atenção ao presente e ao futuro. Não nos concentrar demais no presente, como os levianos, nem demais no futuro, como os temerosos e apreensivos.
  • É sábio manter-se calmo em todas as adversidades da vida.
  • “É necessário refrear a imaginação em todas as coisas que dizem respeito ao nosso bem-estar e ao nosso mal-estar, às nossas esperanças e aos nossos temores”.
  • “Não permitir a manifestação de grande júbilo ou grande lamento com relação a algum acontecimento, uma vez  que a mutabilidade de todas essas coisas pode transformá-lo completamente de um instante para outro; em vez disso, usufruir sempre o presente da maneira mais serena possível: isso é sabedoria de vida”.
  • “Fixar uma meta para nosso desejos, refrear nossas cobiças, dominar nossa ira, lembrando sempre de que o ser humano pode alcançar apenas uma ínfima parte de tudo que seria desejável, e muitos males são inevitáveis: desse modo, teremos de sustinere et abstinere [suportar e renunciar]. Além disso, mesmo se possuíssemos a máxima riqueza e o máximo poder haveríamos de nos sentir pobres”.
  • “Dos nossos desejos, alguns são naturais e necessários, outros naturais e não necessários, outros ainda, nem naturais, nem necessários, gerados pela vã opinião”. schop_velho
  • Devemos considerar cada acontecimento como necessário. A nota de rodapé diz “Ou melhor, como predestinado de modo tão irrevogável quanto os do romance que se está lendo”.
  • “Daquilo que possuímos fazem parte, principalmente, os amigos“.

Por hora é só, assim que o  Schop me ensinar mais algumas coisinhas, posto por aqui. O rosto dele já velhinho é meio assustador, mas ele era gente boa. :p

5 Calvinistas

Em comemoração ao dia da Reforma Protestante, cinco calvinistas  somaram forças na divulgação da fé reformada. Você é convidado para acessar esse blog que com certeza terá excelentes conteúdos.

5calvinistas

A Reforma e o Cristianismo Mediano

O texto abaixo foi elaborado pelo pessoal da Aliança Jovem Reformada, com o intuito de divulgar a fé reformada nesse 31 de outubro, dia em que comemoramos 492 de Reforma Protestante.


A REFORMA E O CRISTIANISMO MEDIANO

calvino

Jonas é o típico cristão nos seus vinte-e-poucos- anos. Freqüenta as atividades de sua igreja e “até” lê a Bíblia uma ou duas vezes por semana. Conhece a galera, diverte-se, e se sente bem com o seu cristianismo. Quando perguntado sobre as bases de sua crença, Jonas vacila. Ele não sabe bem o que é a tal da “justificação pela fé”, embora saiba dizer que “tem algo a ver com a morte de Jesus”. A regeneração é um termo pouco usado, e por isso quase não possui significado para ele. Quando fala da graça ele sabe afirmar que é “favor imerecido”, mas não sabe relacionar isso com o todo de sua vida. No fim das contas, gosta de sua vida religiosa e investe um pouco nela, mas apenas quando tem tempo para isso. Perguntado sobre a história da Igreja, a coisa complica ainda mais. Faz aquela careta de quem não sabe o que dizer, e afirma: “eu sei que Lutero rompeu com a Igreja Católica, e que Calvino era ‘meio que’ um ditador em Genebra”. Algo bom disso tudo é perceber que ele lembrou exatamente da Reforma Protestante. A parte ruim é que existem vários preconceitos sobre este movimento que encontram abrigo na cabeça de muitos jovens cristãos. Jonas acertou em lembrar a Reforma como evento importante na história da Igreja, mas não “faz idéia” da relação que existe entre o despertamento do século XVI, as doutrinas acima mencionadas, e a vida cristã na contemporaneidade.
Apresentando a Reforma
Muitos pensam que Lutero surgiu “do nada” e fez uma revolução eclesiástica. Não é verdade. Se prestarmos atenção, Deus sempre preservou a Sua Igreja, como prometeu Jesus. No entanto, enquanto as massas e muitos líderes se perdiam teológica e eticamente, Deus levantava vozes proféticas para chamá-las ao arrependimento.
Foi assim que homens como John Wycliffe, Jerônimo Savonarola e John Huss surgiram no contexto europeu. Eles reivindicavam a popularização da Bíblia, a reforma ética dos líderes, e a pregação fiel da verdade de Deus.
Ao mesmo tempo que a sua pregação agregava seguidores, a população geral
percebia as incoerências de muitos líderes da igreja naquele tempo. Isso fez nascer um senso de insatisfação e revolta crescente no meio do povo.
E, finalmente, Lutero surge. Ele não queria ser revolucionário ou coisa parecida. Desejava, após muita luta interna com a Bíblia, que a Palavra de Deus fosse o padrão para a Igreja.
Isso demandaria uma série de transformações. Ainda assim, era à sua igreja que ele falava. A sua voz era proclamada em protesto de amor diante daqueles que se afastavam cada vez mais de Deus. Ele foi expulso da igreja, e passou a ser reconhecido como líder de um novo movimento.
Enquanto Lutero protestava na Alemanha, Zuínglio fazia o mesmo na Suíça. Sua teologia era muito semelhante à do primeiro, exceto por questões relacionadas à cerimônia da ceia do Senhor. O espírito da Reforma estava tomando conta da Europa.
Não demorou até que muitos aderissem à causa dos reformadores, e surgissem novos líderes, como Guilherme Farel, João Calvino, Martin Bucer e John Knox.
Muitos, literalmente, “deram o sangue” pelo Evangelho. Entregaram suas vidas por Jesus e pela mensagem salvadora. Eles não se contentavam com um cristianismo mediano – queriam vivê-lo em sua integralidade. A Reforma impactou o seu contexto de tal maneira, que mesmo continentes mais distantes e recém-descobertos, como as Américas, sofreram a sua influência. Mas o que os levava a um engajamento cultural tão intenso? O que fazia os reformados viverem com tanto amor o seu cristianismo? Muitas são as respostas possíveis, mas cinco pontos merecem destaque:
Sola Scriptura
Os cristãos daquele período caminhavam sob a máxima do “Somente as Escrituras”. Isso significa dizer que a autoridade última sobre a vida do cristão é a Palavra escrita de Deus. Ela determina o que devemos crer, e como devemos viver.
Tudo o que nos for apresentado como verdade, mas for contrário à Bíblia, deve ser rejeitado e considerado falso, implica tal pensamento. A lógica é simples: se a Bíblia é a Palavra de Deus, e Ele é perfeito, segue-se que a Sua Palavra é perfeita (como Ela afirma). Desta maneira, é suficiente para regular a vida do cristão em seu relacionamento com Deus, consigo, com o próximo, e com o mundo. Tudo deve estar submetido à autoridade da Escritura, e, mesmo em situações nas quais Ela não manifesta abertamente a vontade de Deus, existem princípios a serem aplicados.
Assim o cristianismo da Reforma ganha força cultural – brota do poder que vem da Palavra de Deus.
Sola Gratia
O “Somente pela graça” ensina que a salvação do homem é dada por Deus sem qualquer mérito humano. Deus decidiu abençoar o Seu povo sem que este fizesse algo para merecer.
O ensino da Reforma, acompanhando o que a Bíblia demonstra, indica que não apenas o homem deixou de fazer algo para merecer a salvação – ele é completamente incapaz de fazer qualquer coisa.
A salvação somente pela graça exclui a participação humana, e demonstra a iniciativa de Deus em produzir o bem para seres pequenos, frágeis, incapazes e pecadores.
Na prática, isso transformou pecadores arrogantes em homens humildes, conhecedores de sua maldade, de suas limitações, e do amor de Jesus. Pessoas assim se relacionam melhor umas com as outras.
Sola Fide
“Somente pela fé”, diz esta máxima. Alinhada ao princípio anterior, que revelou o desmerecimento do homem diante das ações de Deus, este princípio anula o papel das (boas) obras na salvação humana. Alguém poderia argumentar que nunca fez mal a ninguém, foi caridoso, ajudou aos pobres, e, portanto, merece “ir para o céu”. O Sola Fide ensinado pelo cristianismo da Reforma demonstra a realidade de que as nossas obras são insuficientes para satisfazer a justiça de Deus. Nós recebemos as Suas bênçãos única e exclusivamente pela fé.
Na prática, isso libertou os cristãos de tentarem “comprar” a salvação de Deus pagando as famigeradas indulgências, ou fazendo outros sacrifícios. Isso libertou os cristãos para experimentarem alegria com base em uma fé viva, que recebe passivamente aquilo que foi conquistado para os filhos de Deus.
A fé, no entanto, não pode ser vazia. “Não basta ter apenas fé, é preciso crer na Pessoa certa”, diriam os cristãos do período da Reforma. O “Somente por Cristo” ensina esta premissa.
Cristo é o único caminho para o Pai, o exclusivo Salvador, e o Mediador entre Deus e os homens. Somente Ele cumpriu perfeitamente a justiça Divina em sua
encarnação, vida perfeita, morte e ressurreição, garantindo para o Seu povo as bençãos da graça. Desta maneira, a fé do cristão deve ser voltada somente para o Senhor Jesus.
Na prática, isso revela um caráter centrado em Deus. O cristianismo da Reforma estava voltado para Jesus, e O considerava em todas as coisas.
Solus  Christus
A fé, no entanto, não pode ser vazia. “Não basta ter apenas fé, é preciso crer na Pessoa certa”, diriam os cristãos do período da Reforma. O “Somente por Cristo” ensina esta premissa.
Cristo é o único caminho para o Pai, o exclusivo Salvador, e o Mediador entre Deus e os homens. Somente Ele cumpriu perfeitamente a justiça Divina em sua
encarnação, vida perfeita, morte e ressurreição, garantindo para o Seu povo as bençãos da graça. Desta maneira, a fé do cristão deve ser voltada somente para o Senhor Jesus.
Na prática, isso revela um caráter centrado em Deus. O cristianismo da Reforma estava voltado para Jesus, e O considerava em todas as coisas.
Soli Deo Gloria
Como conseqüência dos pontos anteriores – uma vida pautada na Bíblia, com o reconhecimento da graça de Deus, vivendo a justiça que vem da fé, e crendo unicamente em Jesus para a Salvação – surge o “somente para a glória de Deus”. Para o cristianismo da reforma, nenhuma área da existência humana deve estar fora deste propósito, pois para isso existimos. Na prática, mesmo as áreas consideradas “menos religiosas” são pensadas dentro de uma visão de mundo cristã. As artes, a ciência, a família, a política, o lazer, a religião, etc. – nada foge ao reinado absoluto de Deus. Isso permitiu que os cristãos vivessem a realidade da fé cristã em cada aspecto, não restringindo a sua vida com Deus ao domingo, ou aos “momentos de devocional”.
A Reforma em Nossos Dias
O “barato” desses princípios é que eles são tão aplicáveis hoje, como eram no século XVI. Assim como produziram cristãos convictos e firmes – nada medíocres–, tais máximas podem “sacudir” pessoas como o Jonas e outras dúzias de crentes “mais ou menos” de nossas igrejas, despertando-os para a intensidade da vida com Deus.
A Reforma completa 492 anos no dia 31 de Outubro de 2009. Que tal não esquecermos esta data, e a utilizarmos como um marco para a mudança em nossa postura, abandonando o cristianismo mediado, e entregando-nos à força da vida com Deus?

reforma_ajrVocê pode baixar o folder com o texto e distribuir em seu blog, igreja, bairro, etc.  Basta clicar na imagem ao lado.

(5,3 Mb, em fomato PDF).

Se for Submarino, não compre

submarino

Se você já ficou tentado com as ofertas submarinas é bom pensar duas vezes antes de comprar. A empresa tem um péssimo atendimento e um péssimo serviço de entrega.

Conto rapidamente minha experiência traumática: primeiro ao receber um presente e depois ao efetuar uma compra. O presente na verdade não veio. Era (para ser) um Cd, mas eu recebi a caixa VAZIA apenas com o cartão. Isso mesmo, uma caixa vazia cheia de “S” de isopor dentro. Depois de muitas reclamações eles mandaram o Cd, com a caixa QUEBRADA. Pesquisei na Internet e vi que esse parece ser um padrão do Submarino, entregar caixas vazias. Vi relatos até de pessoas que compraram perfume e receberam sabonete. :p

Mais eu ainda tinha uma compra para receber. A compra foi efetuada no dia 15 de setembro e SOMENTE ontem recebi os pedidos (livros). Depois de muitas reclamações, choros, ameaças e de quase minha irmã ter feito a Amy Winehouse (os pedidos eram meus e dela).

Se você comprar no submarino prepare-se para afundar em lágrimas, de raiva.

Mark Driscoll em Português

Visitando o blog do Juan, vi o link do site do Mark Driscoll em português e posto a dica aqui. Se você gosta de pregação com conteúdo e de um cara despojado, vai gostar do Mark Driscoll.

Aproveito para dizer que ainda não tenho nenhum livro dele e aceito presentes. :)

mark_driscool

A Mulher do Casaco Marrom

casaco_marronA mulher do casaco marrom, é a personagem principal de um dos meus contos favoritos da Clarice Lispector; O Búfalo.

A cor do casado é a cor que expressa o seu humor,  é uma pessoa triste que sofreu uma grande decepção amorosa. Tal decepção a aprisionava e impulsionava em seu coração um ódio que lutava bravamente com o amor que era habitante em sua alma. Esse conflito é notório. A palavra amor/amar aparece aproximadamente 16  (dezeseis) vezes  no texto, bem como a palavra ódio/odiar.

Essa mulher saía para passear em um Jardim Zoológico em um dia de primavera, estação que é fortemente destacada, talvez pela beleza verde e floral representando a vida, que contrastava que com seu estado de espírito que desejava morte. No passeio onde a mulher procurava veemente odiar o ser amado, ela encontra animais enjaulados na mesma situação que ela, enjaulada pelos seus sentimentos.

A mulher interage com alguns animais, buscando nos bichos o impulso primitivo que a conduz ao ódio, estes são: O leão/leoa, a girafa, o hipopótamo, os macacos, o elefante, o camelo, o quati e por último o búfalo.

Com exceção do búfalo, todos esses animais apresentam basicamente características semelhantes, que talvez retratasse sua personalidade engana pelo objeto de seu amor. A girafa é ingênua como uma virgem, quem sabe como ela quando se entregou ao seu amado. O hipopotámo é apático, como ela embebecida por uma paixão avassaladora que a paralizava. Os macacos são felizes e nus, destituídos de qualquer roupagem, sinceros e expôntaneos em seus sentimentos, talvez como ela ao entregar-se ao amor. O elefante, apesar de grande e pesado, é facilmente manipulado e bom, incapaz de fazer o mal, talvez como ela é incapaz de odiar o ser amado. O camelo é paciente, talvez como ela por ter suportado o engano e a dor.

A observação dos bichos é paralizada por um casal de namorados que retrata o amor recíproco, no qual ela não possuía, e uma viagem de montanha-russa onde ela alcança o ápice de sua expressão com um grito de lamento paradoxal com os gritos de alegria dos demais viajantes. Após uma explosão de sentimentos ela sente-se envergonhada como se seus sentimentos mais profundos fossem revelados. A comparação com uma bolsa feminina que cai no meio de todos, ilustra esse fato. A dor sentida neste momento é a mesma de um atropelamento.

O penúltimo bicho é comparado a uma criança também ingênua como ela, crédula em um falso amor.
Após momentos de vertigem a mulher encontra o búfalo. Diferente de todos os animais, ele não perfigurava alguém ingênuo ou manipulável, mas alguém forte, imponente, grande e superior, no qual ela procurava desesperadamente chamar atenção, talvez a mesma atenção que desejava do seu amado, em vão. Sua ameaçadora figura, imbuída de uma placidez animal representava naquele momento a figura do macho, onde ela lutava ferozmente para destruir o objeto de seu ódio.
Contudo a mulher não atinge seu intento e impossibilidade de odiar, sucumbe enfim ao sentimento que a consome.

Ganhei!!!!

Eu  nunca, nunquinha, ganho nada em sorteios, rifas e afins. Pois não é que hoje eu ganhei dois livros de um sorteio do blog Kálamos! O Kálamos é  um blog de excelente conteúdo.

romanos

Um dos livros vai completar minha coleção dos comentários de Romanos do Lloyd-Jones. :) :) :) :) :) :) :) :) :) :) :) :)

Agora que a felizarda aqui já ganhou, outro sorteio foi aberto e você pode participar. Basta entrar no site e se cadastrar: http://www.sorteiokalamos.blogspot.com/

Os livros são ótimos!

Esse foi o e-mail que eu recebi do pessoal do Kálamos:

Ontem foi realizado o sorteio da promoção de livros cuja vencedora foi Ivonete Silva (sou eu Hihihihi!), de Santa Maria – DF, que receberá os títulos:
1)  Para a Glória de Deus – Dr.Lloyd-Jones
2) Catecúmenos

A partir de hoje até 15.11.2009, receberemos inscrições para a nova promoção conjunta do site Internutas Cristãos e o blog Kálamos, cujos títulos são:

1) Kit 1 – A Luz das Nossas Mentes e Sobre o Bem e o Mal – de Vincent Cheung – Ed. Monergismo;
2) Kit 2 – Eleitos de Deus – R. C. Sporoul – Ed. Cultura Cristã;
3) Kit 3 – Efésios – João Calvino – Ed. Fiel.

Cada kit será entregue a um contemplado, portanto, serão 03 ganhadores nesta promoção.
Foto criada em 2009-10-22 às 18.34Vá à página “Sorteio de Livros” para mais informações e inscrição. Participe. É simples e rápido.
Cristo o (a) abençoe!

Eu inclusive já recebi os livros, como você pode conferir na imagem ao lado. :)

15 de Outubro

“Mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende”.
(Guimarães Rosa)

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“Mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende”.
(Guimarães Rosa)

Guida-Renato-Suely-Paulo-Francisco-Lima-Therezinha-Carlos-Anderson-Manoel-Zilma-PauloAirton-Leopoldo-Josafá-Willian-Moacir-Marinalva-Jilton-Ester-Doriana-AndersonRios-Enoque-Valdeir-MariaJosé-Sheila-Misael-MarcosAlexandre-Neise-Madalena-Léo-Carolina-Márcia-Marta-Mara-Rosário-Fábio-Juscy-Elna-Maria Izabel-Heitor-Junio-Orlanda-Ugna.

Quem te conhecerá?

Na companhia da tarde fria de São Paulo, escrevo tópicos que resumem essa semana de busca do conhecimento de Deus e de mim mesma no pensamento do filósofo holandês Herman Dooyeweerd, principalmente no que diz respeito ao coração humano. E está assim em tópicos porque é muuuuuuita coisa,  eu ainda estou caminhando e “mastigando”, para usar um termo do meu amigo David, algumas coisas de maneira bem devagar,  devido às  minhas tantas dificuldades.

2716151882_f40a53afa1_b1. A palavra coração, usada aqui, vai além de sentimento, ela é sinônimo de “eu”.

2. O coração é a raiz central da existência humana; é dele que procedem as fontes da vida.

3. O impulso religioso do coração do homem que se manifesta sempre à serviço de Deus ou de um ídolo. Isso significa que mesmo que você não acredite em Deus, vai adorar a algo, ou à alguma coisa.

4. O verdadeiro conhecimento de Deus no coração só pode se dar através da Palavra e do Espírito Santo.

Penso que esses posts, baseados na filosofia do Dooyeweerd, serão cada vez mais frequentes por aqui, já que esses estudos estão moldando meu pensamento teológico-filosófico.

O Professor Fabiano é o melhor professor do mundo, com toda a sua paciência. Quando eu crescer quero ser igual a ele.  :)

Encerro o post com as Palavras do João Alexandre que mandou muito bem nessa música.

Coração

Onde nascem as fontes da vida os loucos duvidam de Deus?
Onde negros se tornam os dias e os homens se acham mais seus?
Quem despeja na boca as palavras, transformando-se em pedra ou cristal?
Quem desenha na face a beleza, mas se torna o carrasco no golpe final?
Coração, entre o bem e o mal, que distância haverá?
Coração, um amigo, um bandido talvez, quem te conhecerá?
Onde o ódio encontra raízes e o amor se mistura à paixão?
Onde a vida nos traz cicatrizes e o desprêzo se faz solidão?
Quem despeja nas veias a vida e na morte é o silêncio fatal?
Quem conhece a verdade da história, a cruel testemunha no lance final?

Outubro e seus Aniversariantes

O mês de outubro é marcado por aniversários de pessas muito importantes para mim.

Foi até difícil escolher uma foto dentre as milhares que temos juntas.

Hoje, dia 01, é aniversário da Thays. A gente se conheceu  há mais ou menos quatro anos na faculdade de pedagogia. Nós e mais dois amigos  (Flávio e Simone) construímos uma amizade que o término do curso não conseguiu afastar. A “Tazmania”, chamada assim carinhosamente pelo nosso grupo, tornou-se uma amiga muito especial. Já rimos muito, já choramos, já brigamos, e em alguns momentos muito difíceis ela estava ao meu lado me fazendo rir com seu jeito pra lá de engraçado.
A Thays é pedagoga, trabalha na Amil, odeia esperar quando marcamos com ela, e  tem os olhos mais lindos que já vi na vida.

Eu e o pastor comemoração em outro aniversário.

No século 17, no dia 05 de outubro, nascia um dos mais importantes teólogos da história do Cristianismo, Jonathan Edwards. No mesmo dia, algum tempo depois, nascia também um dos mais importantes teólogos da nossa época: Misael Batista do Nascimento. Por bondade de Deus, meu pastor, meu “chefe”, meu amigo, meu tutor e mentor espiritual. Parece que foi ontem que, após uma reunião administrativa, eu lhe enviava um e-mail (que ele prontamente respondeu) para tirar dúvidas e solicitar materiais de teologia calvinista. O tempo passou rápido, e esse espaço é muito pequeno para descrever tudo que devo a ele, o que posso dizer então, a grosso modo, é que depois que conheci o Rev. Misael tornei-me uma pessoa melhor.
O Misael tem traços indígenas, é pastor presbiteriano, professor, casado com a Mirian e pai da Carol e da Bruna. www.misaelbn.com

Eu e Nino no dia da minha formatura.

O garoto japonês, com seus comentários inteligentes em sala, atraiu minha atenção desde a primeira aula que assistimos juntos. Mas nem de longe imaginava que ele se tornaria um dos meus melhores amigos. Deus, bondoso como sempre, resolveu me agraciar com a amizade de Hélder Nozima Pereira, nascido no dia 09 de outubro. O Hélder é uma das melhores pessoas que eu conheço, uma das mais sinceras, uma das mais meigas, uma das mais fofas. Perco a conta de quantas vezes o “Nininho” esteve ao meu lado com puxões de orelhas ou com abraços de urso diante dos meus dilemas, das minhas alegrias.
O Hélder é jornalista, pastor presbiteriano, ex-editor executivo da “Voz do Brasil”,  tem os olhinhos puxados e jamais apela com os apelidos “gut-gut” que eu invento pra ele. www.reformaecarisma.blogspot.com

Na existência dessas pessoas e na preservação dessas amizades encontro provas do amor e da misericórdia de Deus.

mês de outubro é marcado por aniversários de pessas muito importantes para mim.
Hoje, dia 01, é aniversário da Thays. Conheci a Thays a mais ou menos quatro anos, juntamente com meu “grupo” da faculdade de pedagogia. Com o passar do tempo a “Tazmania”, chamada assim carinhosamente, tornou-se uma amiga muito especial, já rimos muito, já choramos, já brigamos e em alguns momentos muito difíceis ela estava ao meu lado me fazendo rir com seu jeito pra lá de engraçado. A Thays é pedagoga, trabalha na Amil, namora o Elionae e tem os olhos mais lindos que já vi na vida.
No século 17, no dia 05 de outubro nascia um dos mais importantes teólogos da história do Cristianismo, Jonathan Edwards. No mesmo dia, algum tempo depois, nascia também um dos mais importantes teólogos da nossa época: Misael Batista do Nascimento. Por bondade de Deus, meu pastor, meu “chefe”, meu amigo, meu tutor e mentor espiritual. Parece que foi ontem que, após uma reunião administrativa, eu lhe enviava um e-mail (que ele prontamente respondeu) para tirar dúvidas e solicitar materiais de teologia calvinista. O tempo passou rápido, e esse espaço é muito pequeno para descrever tudo que devo a ele, o que posso dizer então, a grosso modo, é que depois que conheci o Rev. Misael tornei-me uma pessoa melhor. O Misael tem traços indígenas, é pastor presbiteriano, professor, casado com a Mirian e pai da Carol e da Bruna. www.misalbn.com
O garoto japonês, com seus comentários inteligentes em sala, atraiu minha atenção desde a primeira aula que assistimos juntos. Mas nem de longe imaginava que ele se tornaria um dos meus melhores amigos. Deus, bondoso como sempre, resolveu me agraciar com a amizade de Hélder Nozima Pereira, nascido no dia 09 de outubro. O Hélder é uma das melhores pessoas que eu conheço, uma das mais sinceras, uma das mais meigas, uma das mais fofas. Perco a conta de quantas vezes o “Nininho” esteve ao meu lado com puxões de orelhas ou com abraços de urso diante dos meus dilemas, das minhas alegrias.
O Hélder é jornalista, pastor presbiteriano, ex-editor executivo da “Voz do Brasil”, e tem os olhinhos puxados.

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Ivonete silva, estudante de teologia e pedagogia que tem como passatempos favoritos o gosto por livros, cinema, música, arte e tirinhas.

Sigam-me os bons

  • Eu não sou tão triste assim, é que hoje eu estou cansada. (Clarice Lispector) 1 week ago