Feios, sujos, malvados e nojentos

“Feios, sujos e malvados” é o filme mais nojento que já vi na vida.
A história é de um homem chamado Giacinto, que perdeu um olho e por isso recebeu uma indenização. Ele mora em um barraco de favela, com dez filhos, a esposa, genros, netos… É tanta gente que nem dá para contar. Todos querem roubar o dinheiro dele e para isso planejam matá-lo.
A realidade é mostrada de maneira dura, nua e crua. Um filme para quem tem estômago. Um filme que ninguém gosta de ver, não tem mocinhas, não tem heróis, não tem happy end. Todos são vilões. 
É um filme que nos leva a pensar, a questionar inclusive a nossa própria natureza.
Não gostamos de ver, porque na verdade somos assim, nojentos. O homem possui uma natureza rebelde, capaz de cometer os piores atos e ter os piores sentimentos (incesto, traição, prostituição, inveja, ciúmes, etc). Ele está imerso no mar lamacento e imundo do pecado. Por isso, “Feios, sujos e malvados não é um filme agradável para nós. Isso me faz lembrar a música do poeta do rock brasiliense: “Nos deram espelhos e vimos um mundo doente”. Tal frase tem ainda relação com a crítica social feita pelo filme. Homem doente, sociedade doente e vice-versa.
Somente a graça de Deus é capaz de conter os mais imundos intentos do coração humano. A graça comum freia a maldade não permitindo que o homem realize tudo aquilo que sua natureza é capaz. A graça salvadora nos permite andar em amor e devoção, limpos pelo sangue de Cristo, ainda que lutando e aguardando completa restauração. 
É o primeiro contato que tenho com um filme do cineastra italiano Ettore Scola, mas com certeza não será o último. Fiquei admirada com sua capacidade em transmitir uma análise da vida real em um trabalho tão bem feito e tão reflexivo.
“O cinema não pode mudar o mundo nem a realidade, mas pode ajudar a refletir.” (Ettore Scola)

“Feios, sujos e malvados” é o filme mais nojento que já vi na vida.

A história é de um homem chamado Giacinto, que perdeu um olho e por isso recebeu uma indenização. Ele mora em um barraco de favela, com dez filhos, a esposa, genros, netos… É tanta gente que nem dá para contar. Todos querem roubar o dinheiro dele e para isso planejam matá-lo.

A realidade é mostrada de maneira dura, nua e crua. Um filme para quem tem estômago. Um filme que ninguém gosta de ver, não tem mocinhas, não tem heróis, não tem happy end. Todos são vilões. 

É um filme que nos leva a pensar, a questionar inclusive a nossa própria natureza.

Não gostamos de ver, porque na verdade somos assim, nojentos. O homem possui uma natureza rebelde, capaz de cometer os piores atos e ter os piores sentimentos (incesto, traição, prostituição, inveja, ciúmes, etc). Ele está imerso no mar lamacento e imundo do pecado. Por isso, “Feios, sujos e malvados não é um filme agradável para nós. Isso me faz lembrar a música do poeta do rock brasiliense: “Nos deram espelhos e vimos um mundo doente”. Tal frase tem ainda relação com a crítica social feita pelo filme. Homem doente, sociedade doente e vice-versa.

Somente a graça de Deus é capaz de conter os mais imundos intentos do coração humano. A graça comum freia a maldade não permitindo que o homem realize tudo aquilo que sua natureza é capaz. A graça salvadora nos permite andar em amor e devoção, limpos pelo sangue de Cristo, ainda que lutando e aguardando completa restauração. 

É o primeiro contato que tenho com um filme do cineastra italiano Ettore Scola, mas com certeza não será o último. Fiquei admirada com sua capacidade em transmitir uma análise da vida real em um trabalho tão bem feito e tão reflexivo.

“O cinema não pode mudar o mundo nem a realidade, mas pode ajudar a refletir.” (Ettore Scola)

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6 comentários on “Feios, sujos, malvados e nojentos”

  1. Nina diz:

    Tá tudo novo aquii! ta mto lindoo…
    Sobre o filme, me deu vontade de assistir, aposto que choca a gente. Uma vez assisti um filme tao chocante que fiquei sonhando dois dias seguidos com ele… ai aprendi a depois de ver um filme mto forte, tenho que assistir um besteirol pra me fazer esquecer um pouco (ou seja, pouca reflexão… ô falta de cultura :-p). A realidade do ser humano nua e crua com certeza é a coisa mais feia e chocante e nojenta que existe… Que bom que existe um DEUS!
    bjin guágua

  2. André diz:

    Eita, que bom te encontrar por aqui… =]

    Gostei muito mesmo de poder encontrar com vc aquele dia…
    Que saudade moça!

    Pelo menos por aqui então!

    Acho que não ando muito no clima para filmes assim…
    Tô precisando de uns filmes mais tranquilos…
    Que não precise pensar demais…
    que tal um ‘enlatado americano’? xD

    bjo

    • Também adorei encontrar você aquele dia! Foi muito bom!
      Tou com seu anelzinho… Rs. Quando você vier à Brasília, ou eu for até Gyn eu entrego.
      Visitarei seu blog sempre agora.
      Beijos.

  3. Realmente, o cinema e as artes refletem o que vivemos hoje. Por exemplo, um filme brasileiro vai ser lançado, e o tema é incesto homossexual, isso mesmo, dois irmãos que se apaixonam… fiquei chocado! Acredito que não existem pessoas más. Acredito que existem pessoas sem Deus. E toda essa imundice vem da não busca de Deus na vida dessas pessoas.

    Sobre o selo: é só copiar lá no blog e colar aqui ^^, isso é, se você quiser…

    Beijos


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