O Desaparecimento da Infância

menina-mulher

Há algum tempo atrás li um livro que tinha esse título. O autor, fazendo um panorama da história da infância, afirmava que na Idade Média a infância terminava aos sete anos. Fase em que a criança dominava a “idade da razão”. No mundo medieval não existia concepção do desenvolvimento infantil. Um menino de sete anos já era homem em quase todos os aspectos. A infância como conceito, e até mesmo a educação baseada na idade cronológica das pessoas, é algo relativamente novo. Ao fazer essas considerações históricas do desenvolvimento da infância o autor tenta chamar a atenção para o fato de que apesar desse avanço, na atualidade a infância está desaparecendo devido ao mal uso dos meios de comunicação. A erotização precoce, meninas cada vez mais novas entrando no mundo da moda e outros fatores são citados para fundamentar seu pensamento.
Fiquei pensando no papel das famílias e da igreja diante desse quadro. Será que vamos deixar a infância morrer dentro de nossas casas e em nossas igrejas também? 
O Salmo 74.4 nos fornece boas instruções mostrando que o ensino da lei de Deus é fundamental para que o indivíduo cresça, e tenha um bom caráter em todos os aspectos.
O salmista inicia dizendo que devemos “escutar, dar ouvidos” às palavras da lei de Deus. Antes de transmitir qualquer conhecimento a alguém precisamos conhecê-lo bem. Esse conhecimento não deve ser apenas teórico, mas também prático, quando ensinamos estamos discipulando, e o nosso aprendiz olhará para a nossa vida procurando aquilo que temos ensinado. Se desejamos que nossos filhos obedeçam e sigam ao Senhor, devemos fazer isso primeiro, se queremos que nossos filhos tenham uma vida de piedade, leiam a Bíblia, orem ou caminhem para a igreja, precisamos fazer isso.
O segundo é  que devemos transmitir aquilo que aprendemos de modo que o filhos passem o que aprenderam à “geração vindoura”.  Isso implica em transmitir  a Palavra do Senhor com tal qualidade aos nossos filhos, que eles saibam transmitir aos seus filhos, e assim sucessivamente. Um exemplo claro dessa instrução encontra-se em II Tm 1.5. Graças a instrução dada a Eunice através de Loide, Timóteo seu neto era um jovem firme em sua fé no Senhor. Implica ainda em ensinar com um propósito.  O fim supremo e principal do homem e glorificar a Deus e gozá-lo para sempre. Essa é a primeira pergunta do Catecismo Maior de Westminster, e demonstra o fim para qual nós fomos feitos; para louvor de Glória de Deus. O Salmo nós diz que o propósito de toda esta instrução sobre a lei de Deus é para que todos que venham a conhecer esse Deus maravilhoso, ponham nele a sua confiança e não se esqueçam dos feitos Dele, do seu poder, das suas maravilhas, e que não deixem de observar os seus mandamentos (v.4,7). De acordo com as Escrituras, crianças são ensinadas a fim de glorificar a Deus e amá-lo de todo coração.
O nosso desafio, como família e como igreja é orar e trabalhar por uma geração que seja transformada por Deus e transformadora do mundo que a cerca.

Há algum tempo atrás li um livro que tinha esse título. O autor, fazendo um panorama da história da infância, afirmava que na Idade Média a infância terminava aos sete anos. Fase em que a criança dominava a “idade da razão”. No mundo medieval não existia concepção do desenvolvimento infantil. Um menino de sete anos já era homem em quase todos os aspectos. A infância como conceito, e até mesmo a educação baseada na idade cronológica das pessoas, é algo relativamente novo. Ao fazer essas considerações históricas do desenvolvimento da infância o autor tenta chamar a atenção para o fato de que apesar desse avanço, na atualidade a infância está desaparecendo devido ao mal uso dos meios de comunicação. A erotização precoce, meninas cada vez mais novas entrando no mundo da moda e outros fatores são citados para fundamentar seu pensamento.

Fiquei pensando no papel das famílias e da igreja diante desse quadro. Será que vamos deixar a infância morrer dentro de nossas casas e em nossas igrejas também? 

O Salmo 74.4 nos fornece boas instruções mostrando que o ensino da lei de Deus é fundamental para que o indivíduo cresça, e tenha um bom caráter em todos os aspectos.

O salmista inicia dizendo que devemos “escutar, dar ouvidos” às palavras da lei de Deus. Antes de transmitir qualquer conhecimento a alguém precisamos conhece-lo bem. Esse conhecimento não deve ser apenas teórico, mas também prático, quando ensinamos estamos discipulando, e o nosso aprendiz olhará para a nossa vida procurando aquilo que temos ensinado. Se desejamos que nossos filhos obedeçam e sigam ao Senhor, devemos fazer isso primeiro, se queremos que nossos filhos tenham uma vida de piedade, leiam a Bíblia, orem ou caminhem para a igreja, precisamos fazer isso.

O segundo é  que devemos transmitir aquilo que aprendemos de modo que o filhos passem o que aprenderam à “geração vindoura”.  Isso implica em transmitir  a Palavra do Senhor com tal qualidade aos nossos filhos, que eles saibam transmitir aos seus filhos, e assim sucessivamente. Um exemplo claro dessa instrução encontra-se em II Tm 1.5. Graças a instrução dada a Eunice através de Loide, Timóteo seu neto era um jovem firme em sua fé no Senhor. Implica ainda em ensinar com um propósito.  O fim supremo e principal do homem e glorificar a Deus e gozá-lo para sempre. Essa é a primeira pergunta do Catecismo Maior de Westminster, e demonstra o fim para qual nós fomos feitos; para louvor de Glória de Deus. O Salmo nós diz que o propósito de toda esta instrução sobre a lei de Deus é para que todos que venham a conhecer esse Deus maravilhoso, ponham nele a sua confiança e não se esqueçam dos feitos Dele, do seu poder, das suas maravilhas, e que não deixem de observar os seus mandamentos (v.4,7). De acordo com as Escrituras, crianças são ensinadas a fim de glorificar a Deus e amá-lo de todo coração.

O nosso desafio, como família e como igreja é orar e trabalhar por uma geração que seja transformada por Deus e transformadora do mundo que a cerca.

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