O Schop e suas Máximas de Felicidade

schop_novoUltimamente eu ando tendo de ler muitas coisas (pra variar). Por isso, tenho de mesclar as leituras com algo para “relaxar”. Com esse objetivo, semana passada, iniciei a leitura de uma série de livros do Schopenhauer. O primeiro foi  A Arte de ser Feliz. Eu simplesmente amo quem escreve bem, e muito me encanta a maneira como Schop escreve e o recurso que ele usa (aforismos).

Deixo aqui as máximas que achei mais interessantes, algumas de forma parafraseada, de sua Eudemonologia, ou seja, de sua doutrina da felicidade humana.

  • Fazer o que se pode e suportar o que se deve.
  • A coisa mais útil é ficar quieto. Falando o mínimo possível. “Ninguém conservará para si o que ouviu; ninguém revelará apenas o que ouviu”.
  • É importante manter a justa medida em nossa atenção ao presente e ao futuro. Não nos concentrar demais no presente, como os levianos, nem demais no futuro, como os temerosos e apreensivos.
  • É sábio manter-se calmo em todas as adversidades da vida.
  • “É necessário refrear a imaginação em todas as coisas que dizem respeito ao nosso bem-estar e ao nosso mal-estar, às nossas esperanças e aos nossos temores”.
  • “Não permitir a manifestação de grande júbilo ou grande lamento com relação a algum acontecimento, uma vez  que a mutabilidade de todas essas coisas pode transformá-lo completamente de um instante para outro; em vez disso, usufruir sempre o presente da maneira mais serena possível: isso é sabedoria de vida”.
  • “Fixar uma meta para nosso desejos, refrear nossas cobiças, dominar nossa ira, lembrando sempre de que o ser humano pode alcançar apenas uma ínfima parte de tudo que seria desejável, e muitos males são inevitáveis: desse modo, teremos de sustinere et abstinere [suportar e renunciar]. Além disso, mesmo se possuíssemos a máxima riqueza e o máximo poder haveríamos de nos sentir pobres”.
  • “Dos nossos desejos, alguns são naturais e necessários, outros naturais e não necessários, outros ainda, nem naturais, nem necessários, gerados pela vã opinião”. schop_velho
  • Devemos considerar cada acontecimento como necessário. A nota de rodapé diz “Ou melhor, como predestinado de modo tão irrevogável quanto os do romance que se está lendo”.
  • “Daquilo que possuímos fazem parte, principalmente, os amigos“.

Por hora é só, assim que o  Schop me ensinar mais algumas coisinhas, posto por aqui. O rosto dele já velhinho é meio assustador, mas ele era gente boa. :p

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4 comentários on “O Schop e suas Máximas de Felicidade”

  1. O Schop manda bem, né?

    Essa história de serenidade diante dos momentos é interessante demais.

    beijo, filósofa linda

  2. Daniel Oliveira diz:

    Nossa, não conheço muito do escritor, mas já gostei do que ele ensina.

    Realmente, velhinho de cara medonha xD

    Ótima postagem… quem sabe eu num peço esse livro emprestado e quem sabe você não me empresta? =P

    Beijão

  3. ótimo post, Ivonete! Depois compartilhe mais do “Shop” com a gente!
    =*


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